Sábado, 4 de Julho de 2009

O Primeiro Cheque "Chifrado" da História






Paulo Ferreira no Câmara de Comuns

O Coleccionador Entra na Colecção


Manuel Pinho, conhecido amante e coleccionador de fotografia acaba de fazer a sua ùltima aquisição.
Que irá colocar em sua casa num lugar de honra.
Dado o valor artistico e estético consta que a Fundação Berardo e o BES estão na corrida à compra da obra para enriquecimento das sua colecções.Caso Pinho decida vender.
A "conservadora" Gulbenkian parece não se mostrar interessada.

O Expresso Arrebatado


Hoje, na revista Actual do Expresso dá-se notícia sobre o "Coração Independente Dourado" de Joana Vasconcelos.
Salienta-se que o dito coração "foi arrebatado nos evening sales da Christie's por 192 mil euros".
Não há dúvida que se trata de uma obra arrebatadora.
Mas não terá sido arrematada por uma coleccionadora britânica?
De qualquer modo tenho ideia que nas últimas semanas, não é este o primeiro arrebatamento na nossa imprensa.
Pelos vistos os nossos jornalistas andam muito...arrebatados!

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

A Tourada (II)


No Campo Pequeno Jerónimo El Soza bate-se com 6 imponentes Pinhos, em pontas!

Arcebispo de Cantuária no Câmara de Comuns

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

O Cheque Alentejano


Não sabiam que o PCP tem o exclusivo da entrega de cheques às organizações culturais e desportivas dos trabalhadores alentejanos?

Pelos vistos Manuel Pinho não sabia.

Lixou-se!

A Tourada


Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano a espera.

Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais são tretas.

Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega cuja profissãosão pegas.

Com bandarilhas de esperança afugentamos a fera
estamos na praça da Primavera.
Nós vamos pegar o mundo pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza graça.
Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifõesde crista.
Entram cavaleiros à garupa do seu heroísmo
entra aquela música maluca do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca mais o snobismo
e cismo...
Entram empresários moralistas entram frustrações
entram antiquários e fadistas e contradições
e entra muito dólar muita gente que dá lucro as milhões.
E diz o inteligente que acabaram as canções.

Letra de Fernando Tordo
Filipe Casaca

Laurinda Alves começou ontem a escrever diariamente no “i”,
Ontem disse sentir-se muito satisfeita (pudera!)e, antecipando os comentários jocosos, referiu não se tratar de um diário nem de uma crónica intimista.
Entretanto não sei se continuará com a sua colaboração semanal no Público.
Se assim for o MEP estará a jogar em todas as frentes e, em especial na grande coligação de direita.
Com a preciosa ajuda dos amigos!

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

A Imensa Mentira da Verdade


Bem, resta-me a máxima popular de que “uma mentira para ser uma boa mentira tem de ter um pouco de verdade”, é esta a política de verdade de Manuela Ferreira Leite, a verdade apenas serve para encobrir a imensa mentira que é a própria Manuela Ferreira Leite.

Excerto de um "post" do Jumento

"Voltarei Mais Cedo do Que se Pensa"


Frase enigmática de "Toninho" Lobo Xavier em entrevista a Maria João Avillez para o "i".
Frase oracular que permite algumas especulações.
Ministro de um governo PSD/CDS?
Talvez desse jeito à Sonae.
Há que dar a estocada final na PT.
Mas muito mais interessante que a entrevista são as fotos que a acompanham.
Dizem mais que mil palavras.
Simplesmente fabulosoas.
Fica o nome do fotógrafo : Guillaume Pazat da Kamera Photo.
Parabéns ao "i"!

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Politica de Verdade


Falar verdade
A drª Ferreira Leite afirmou no final da semana, com uma veemência que se lhe desconhecia, que ia rasgar todos as políticas do actual executivo (com excepção da reforma da segurança social). Ora uma das coisas que o País não precisa mesmo é de sistemáticas rupturas profundas nas políticas depois de cada ciclo eleitoral. De facto, é aliás muito pouco provável que se Ferreira Leite vier a ser Primeira-Ministra rasgue mesmo todas as políticas anteriores. Logo, das duas uma: ou Ferreira Leite é politicamente irresponsável ou não está a falar verdade. Eu prefiro que a segunda hipótese seja a verdadeira.


Pedro Adão e Silva no Léxico Faniliar

O Público, A EDP e a Publicidade Enganosa


Como a EDP é um bom anunciante o Público, em vez de utilizar a primeira página, tantas vezes utilizada para minudências, intrigas e favoreciemnto de lóbis, remete o assunto para uma pequena nota de Manuel Carvalho na agenda da Pública. Excelente nota, aliás:


"O pior de tudo"


"A campanha da EDP sobre as barragens acabou há algumas semanas sem ter deixado no ar o mínimo sopro de protesto. A empresa que vai inundar os vales do Sabor ou do Tua proclama na televisão que o faz em nome da defesa dos valores da Natureza. Promesa que as evidências científicas desmontam facilmente . A EDP devia responder por publicidade enganosa."

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Politica Rasca


Cavaco Silva

Não me recordo de Cavaco Silva ter ficado incomodado quando era primeiro-ministro e entregou um canal de televisão ao número um do seu partido e seu antecessor no cargo e outro à Igreja. Com o controlo que exercia na RTP1, onde estava precisamente José Eduardo Moniz, Cavaco passou a contar com a militância noticiosa de todos os canais de televisão, isso sim, era a preocupação de Cavaco Silva com as regras da democracia.
Também não me recordo de ter ouvido Cavaco imiscuir-se em negócios privados, nem mesmo quando o BPA foi privatizado de forma muito estranha, para não referir milhentos negócios duvidosos a começar pelo BPN dos seus velhos amigos.
Também não ouvi Cavaco manifestar qualquer preocupação com o jornalismo praticado pela TVI apesar da condenação generalizada e das violações primárias aos mais elementares valores e princípios do jornalismo.
Mas bastou Manuela Ferreira Leite espirrar num dia para que no dia seguinte Cavaco Silva aparecesse cheio de tosse, nem se deu ao trabalho de dissimular a fonte do contágio. Se alguém tinha dúvidas de que Cavaco Silva abandonou a camisola de Presidente para vestir a de um qualquer J do PSD pode deixar de as ter. Há muito que Belém era uma fonte de crise política, agora evoluiu de forma clara para o envolvimento no processo político.
Mas pode ser que Cavaco Silva tenha azar e os portugueses não lhe satisfaçam o desejo de acumular o cargo de Presidente com o de primeiro-ministro, algo que sempre ambicionou. E se isso suceder Cavaco corre um sério risco de voltar a Boliqueime mais depressa do que espera.
Resta-me fazer uma sugestão a Cavaco Silva: que vá perguntar ao Moniz se este não estará interessado em ser despedido e receber três milhões de euros. Eu diria mesmo que o director da TVI tem feito tudo para isso. Aliás, é ridículo vir com estas intervenções quando há apenas uma semana Moniz pôs a hipótese de deixar a TVI e ir para o Benfica. Terá sido Sócrates a pressionar a candidatura?
É muito grave que um Presidente da República use uma empresa privada para lançar suspeitas em público sobre o primeiro-ministro. É o bater no fundo de Cavaco Silva enquanto Presidente da República.


A Morena do PSD


Como não devemos embarcar em descriminações pela cor da pele ou do cabelo, temos de contrabalançar o dito de Luis Filipe Meneses, reescrito no “i”, segundo o qual Pacheco Pereira seria a Anita Ekberg, a loura, do PSD ou do regime.
Assim sendo proponho nomear a Angelina Jolie, a morena, do PSD ou do regime.
Para mim, que não tenho dúvidas (e raramente me engano), a nomeação vai direitinha para Marcelo Rebelo de Sousa.
Uma é loura, outra é morena, sem dúvida duas figuras do mais nefasto para o país!

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

A Mentira da Verdade


Há vários meses que a grande aposta de Ferreira Leite e do PSD consiste na permanente reivindicação da posse da verdade. O seu lema central, repetido ad nauseam e escrito em todos os cartazes, é "Politica de verdade". Isso equivale a uma só mensagem constantemente transmitida aos potenciais eleitores: nós estamos na posse da verdade, os nossos adversários políticos apenas dizem mentiras.A história das ideias mostra que aqueles que reivindicaram a totalidade da verdade foram sempre contra a democracia. O nazi-fascismo considerava deter uma verdade incontestável sobre a pureza rácica e a consequente autorização para o genocídio. O socialismo científico considerava-se autorizado a exercer todas as violências contra aqueles que se atravessassem no caminho do processo histórico que levaria à sociedade comunista. Trata-se de dois casos extremos e não equiparáveis ao do PSD de Ferreira Leite, como é óbvio. No entanto, precisamente pelo seu extremismo, estes casos mostram com especial clareza a perversidade da reivindicação do monopólio da verdade.Há que dizer duas coisas sobre o papel da verdade num regime democrático. A primeira tem a ver com a verdade em sentido empírico, ou factual. Esta é extremamente importante.
Mas não é sério atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade e ao adversário a totalidade das mentiras.
Qualquer generalização deste tipo é inaceitável. Quando se detecta alguma mentira factual no adversário é necessário expô-la e prová-la, caso a caso. Em segundo lugar, a democracia não é um regime consentâneo com a ideia de uma verdade absoluta em sentido político-normativo. Em democracia admite-se o pluralismo, e com ele a ideia de que nenhum partido detém a totalidade da verdade política. Aceitar esse pluralismo e ser capaz de viver com ele, sem ceder à tentação de diabolizar o adversário, é a pedra-de-toque do espírito democrático. Por isso, em democracia existe sempre um conceito e o seu contrário: direita e esquerda, socialismo e conservadorismo, europeísmo e nacionalismo, governo e oposição, etc. A linguagem da verdade política absoluta equivale à negação ou à subalternização deste aspecto central da vida democrática.Em suma: uma estratégia consequente com o respeito pela verdade empírica e pelo pluralismo democrático consiste em ser sério na discussão dos factos e em apresentar projectos alternativos aos dos adversários - mas não em atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade, empírica ou política. Reivindicar o monopólio da verdade equivale, em última instância, a mentir sobre o carácter intrinsecamente argumentativo e pluralista da democracia.


João Cardoso Rosas

Durão

António Jorge Gonçalves

( um alívio para Cavaco)

O Mártir do PSD


TVI - O Essencial e o Acessório

Começo pelo acessório. É relativamente irrelevante se José Sócrates ou Mário Lino deram ou não o aval à compra pela PT de 30% do capital da Media Capital, detentora da TVI. Custa a acreditar que não o tivessem feito, como é óbvio, mas no fundo isso não passa de espuma.
O que me parece essencial é que 30% do capital da Media Capital volte para mãos nacionais, de onde, aliás, nunca deveria ter saído. A comunicação social é um dos centros de decisão nacionais cuja importância estratégica urge manter em mãos nacionais. Se a Prisa está com problemas de liquidez e se existe aqui uma janela de oportunidade, pela parte que me toca, não penso duas vezes: a PT tem todo o meu apoio, como cidadão e como português, nesta operação que permite colocar parte importante do capital da TVI, uma vez mais, em mãos nacionais.
Igualmente importante, a Telefónica prepara-se para entrar no capital da Prisa. A PT trava há anos uma guerra surda no Brasil com a Telefónica tendo como objecto o controlo da Vivo. É fácil de perceber que a entrada da Telefónica no capital da Prisa tem repercussões na relação de forças entre a PT e a Telefónica, razão adicional que, de um ponto de vista estratégico e de âmbito macro, me leva a ver com bons olhos a aquisição pela PT de 30% do capital da Media Capital.
Duas notas finais. Peço desculpa, mas José Eduardo Moniz não é nenhum modelo de virtudes na defesa da liberdade de expressão. Ainda não me esqueci da saída de Marcelo Rebelo de Sousa da TVI e do papel de Moniz nessa triste história. Não dou para o peditório do mártir Moniz, ponto.
Não acredito igualmente que José Sócrates estivesse a preparar a saída de Moniz. O primeiro-ministro pode ter muitos defeitos, mas não é burro. Se estivesse a planear um golpe contra Moniz não tinha feito as declarações recentes que fez em público.

Ai de Vocês Se Me Tiram a TVI


Perigo


Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

O Verdadeiro Liberal Não Quer a Avó



Paulo Ferreira no Câmara de Comuns

Vamos a Isso!

Se a Autoeuropa fechar espero que os trabalhadores em vez de se irem manifestar junto do ministério da Economia ou da residência oficial do primeiro-ministro o venham a fazer junto da sede do PCP. Começa a ser tempo de imitar a estratégia do PCP e começar a fazer umas esperas para apupar Jerónimo de Sousa, um líder que tudo aposta em agravar a crise económica.

A Importância de Talvez

O Expresso,a “instituição” de Balsemão, sempre se caracterizou por ser um antro do bloco central.
Dois terços PSD, um terço PS.
Quando o PS governa é alvo de algumas “atenções” avulsas.
Quando o PSD governa é alvo de algumas “desatenções” avulsas, para disfarçar.
O mais interessante é assistir a estas ténues mudanças quando começa a cheirar ao render da guarda governativo.
Vem isto a propósito da coluna de Henrique Monteiro, paradigma deste suave virar de casaca.
Escrito no melhor estilo funéreo/lamuriento de Manuela Ferreira Leite.
Só que o director do jornal deve ser um homem muito ocupado e não tem tempo para investigar a veracidade das suas afirmações.
Mas não faz mal. Para quem é bacalhau basta e para o estrondoso efeito imediato chega perfeitamente.
A dado passo da sua arenga, sem ponta de pudor e profissionalismo, afirma …”nós que somos talvez o país que mais impostos paga para o retorno (de apoio social e de infra-estruturas) que tem”.
Pois é …talvez. E depois, se for é se não for não é. Ninguém repara.
A estocada está dada, os oposicionistas satisfeitos e Henrique Monteiro fez o seu pequenino papel (sem nenhum talvez).
Na realidade Monteiro e Moura Guedes fazem exactamente o mesmo.
Só que Moura Guedes dispensa o talvez.
Não será grande a diferença…talvez.

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Provar do Próprio Veneno


O jornal A Bola publica hoje um artigo que se baseia no mesmíssimo tipo de critérios jornalísticos que a TVI costuma usar. Basicamente, a candidatura de Moniz à presidência do Benfica faria parte de um grande complot espanhol para comprar o Benfica. Provas e evidências eram naturalmente poucas, o que sobrava eram suspeições e uns quantos nexos causais frágeis. Imaginem só o que Moniz decidiu fazer: vai processar o director da bola e o autor da peça. Curioso, não é. Não há nada como provar do próprio veneno para aprender. Resta saber se aprende.
Pedro Adão e Silva no Léxico Familiar

Fado - Um Discurso Para o 10 de Junho


....Vamos ser o Portugal onde os melhores já não querem governar porque não aguentam a eterna maledicência da rua. Onde o povo tanto se lhe dá ser mal ou bem governado porque é sempre contra. Onde ninguém - pessoa, corporação, empresa, sindicato - deixa de achar que tudo lhe é devido e nada lhe é exigível. Onde as grandes construtoras vivem quase todas de sacar ao estado obras inúteis, porque de outro modo não sabem viver...


Miguel de Sousa Tavares no Expresso (excerto, sublinhado meu)

E Não Só...


Recado a Rangel

O Conselho Nacional do PSD está reunido, esta noite, num hotel em Lisboa para discutir a situação política. Pelos corredores do hotel, ao lado do bar, um dirigente social-democrata resolveu recordar as afirmações de Nicolás Sarkozy de outros tempos. Quando apenas sonhava com o Eliseu, Sarkozy confessou que gostava de ser presidente e que se via como tal "todos os dias de manhã até a fazer barba".Recordada a história, o mesmo dirigente do PSD comentou:"Ele podia dizer isso por que já tinha estatuto para o dizer. Mas há outros que ainda não têm esse estatuto para ambicionar cargos de presidente".O 7 de Junho ainda só foi há 15 dias e Outubro ainda está longe. Isto promete.

Emídio Fernando no Correio Preto

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Que surpresas!


Mais do que ler o Manifesto dos 28, vale a pena parar um pouco no nome de cada um e tentar perceber o que fizeram, todos e cada um deles, por Portugal nas últimas três décadas. Isso basta.


Publicada por jmf ; Domingo, Junho 21, 2009

A Anedota da Semana. Não, do Mês.NÃO, DO ANO!


Acreditei – acredito – que ao futebol fazem falta pessoas como o José Eduardo Moniz: uma formação distinta, uma cultura superior, que não se deixa esmagar pelas luzes da ribalta ou pelos dourados do poder, uma seriedade indiscutível e uma capacidade de gestão que convoca modernidade e eficácia.

Pedro Rolo Duarte no seu blogue (excerto)
Adenda: Acreditam na independência, isenção e excelência do jornal "i"?
Eu acreditei, acredito e acreditarei.
Pelo menos eqnquanto lá trabalhar!

Campeões da Sardinha e... dos Recados


…Ao longo da noite eleitoral, (do passado 7 de Junho), ouvimos comentadores de todos os quadrantes puxarem a brasa à sua sardinha. Mas, entre uma brasa e outra, conviria perceber que o voto, num país que é líder mundial da cortiça e que se habituou a navegar à bolina, traz recados. Um dos recados, que o PSD ganharia em entender, é que Paulo Rangel não é Manuela Ferreira Leite. O segundo recado, que os outros partidos precisam de entender, é que votar contra o governo não significa ter visto a verdade e a luz na oposição. O terceiro recado que Sócrates precisa mesmo de entender, é que não basta, por falta de melhor alternativa (o que já não é pouco) continuar a ser primeiro-ministro: é preciso ter condições para governar. Mandar com jeito, usando a gratidão e o respeito que amolece a manha dos povos velhos.

Inês Pedrosa no Expresso

Domingo, 21 de Junho de 2009

A Prima-Dona


MOMENTOS PACHEQUEZ

estou com pouco tempo e menos paciência ainda. tanto -- mas tanto, tanto, a começar pelo que ele próprio diria de um post assim caso não o tivesse ele (ou alguém DOS DELE) escrito -- havendo a dizer sobre este post de pacheco pereira.

ficando pelo pouco, gostava que o insigne analista explicasse exactamente de que é que o i tem de lhe pedir desculpa. é de ter feito um título de capa sem lhe pedir a opinião/assentimento? é de ter resolvido entrevistar luis filipe menezes sem lhe perguntar se podia? é de ter escolhido uma citação da entrevista para a capa que qualquer jornal/jornalista, dada a entrevista, escolheria para a capa? é de ter pensado que podia, na mesma semana, pedir-lhe uma entrevista e pedir outra a menezes, e deixar menezes mimoseá-lo com uns carinhos em troca daqueles com que ele nunca se fez rogado em mimosear menezes (e tantos outros)? é de -- santo deus -- ter escolhido para a capa uma coisa desagradável para o dr pacheco pereira?

agora vou-me recostar à espera de ver como a brigada da liberdade de expressão da blogosfera e da opinião reage a este grito de alma de pacheco pereira. estou certa de que não perderão ocasião de usar aquelas palavras do costume. liberdade ou morte, certo?


f. no Jugular

Assino por Baixo,por Cima e pelos Lados


Manifesto dos 28 economistas (que não o são)


‘(…) há um pressuposto de base que não tolhe, que para mim é antigo, ultrapassado. Todos falam de Portugal, Portugal isto, Portugal aquilo. O pressuposto errado é esse: Portugal já não existe (ou quase). E espero que não volte, pois só volta com proteccionismo. E há por lá laivos de proteccionismo, na verdade. Contudo, o que existe já não é Portugal, mas uma região da Europa, uma região pobre da Europa. As regiões pobres de zonas ricas devem ser mal-comportadas, financeiramente, isto é. Há pelo menos três exemplos recentes de sucesso, sempre relativo, de regiões pobres mal comportadas: Irlanda, Andaluzia, Alemanha de Leste. Estão outras na calha, na Europa de Leste. Portugal (ou isto que por aqui ainda existe) deve embarcar nesse barco. Não quer dizer que não se pense mais uns metros. Mas apenas uns metros. E não se deite fora o bebé com a água do banho, pois há trigo e joio nos investimentos projectados. É preciso não ter medo de ser bom aluno por vias não tradicionais.’
Pedro Lains

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Cinco Mitos da Política Portuguesa


A Arrogância de Sócrates


Os "Valores" de Paulo Portas


A Competência de Nuno Melo


A Juventude de Paulo Rangel


A Responsabilidade de Jerónimo de Sousa